Não quero que finja sentimentos por mim, não quero que segure a minha mão se tem intenção de soltá-la!
Só quero o que for verdadeiro.
Guardei no cantinho daquele armário tudo o que sentia. Guardei todas as minhas lembranças, minhas lágrimas que tantas vezes imaginei tê-las obstruído, tantos diários, tantas horas, músicas. O rosto corado, a visão embaralhada, não, nada disso faria diferença. Guardei cada cicatriz neste amontoado bruto. Infinitas memórias. A chuva cai, mas que trovejes, não permito brechas para apagar cada sorriso, mas que venha o árduo fogo queimar este infinito de ilusões e desilusões.